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Tempo
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Espaço
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História
Universal
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Teologia
Geral
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Teologia
Prática
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Século XVIII
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França
Áustria
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· Estado Absolutista
· Iluminismo
· Racionalismo
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· Postura
apologética derivada da Reforma Protestante
· Uniteralidade
visível e hierárquica da teologia Pós Tridentinana sua conceção
eclesiológica.
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· Nascimento da
disciplina Teologia Pastoral (TP)
(03-10-1774)
· TP vista como
uma arte e uma técnica
· Denominada
tanto como Teologia Pastoral como Teologia Prática
· Manuais sob
influência do josefimismo
· Reforma da
conceção pastoral:
1. Orientação bíblio-teológica
(J. S. Drey e J. M. Sailer)
2. Orientação eclesiológica (A.
Graf.)
· Estatudo
científico da TP
· Manuais
apresentam uma visão eclesiológica brotada do Concílio Vaticano I:
- Tarefa pastoral de Jesus
Cristo, bom pastor, continuada na Igreja através dos seus pastores.
- A cura animarum como concretização dessa tarefa pastoral.
·
TP como ciência aplicada
·
Manuais vistos como inválidos para a vida e ação da
Igreja
·
TP assume com clareza novas ideias eclesiológicas
entrando em contacto com as realidades sociais e criando institutos de pastoral
com ajuda eficaz
·
C. Nopple (1937) acentua duas problemáticas da
pastoral – a eclesiologia do Corpo Místico e o apostolado dos leigos na vida
da Igreja.
·
Arnald (1949) vê a ação pastoral como mediação da
salvação. Esta mediação está em continuidade compreendendo-se desde a a ação
de Cristo, verdadeiro e único mediador da salvação.
·
Movimentos pastorais (década de 50):
-
especializados na Ação Católica francesa
- dos padres
operários
- da renovação
paroquial em França
(Verificou-se que
há diferente estruturação na Igreja e no mundo; a igreja ignora os meios que
possui para a missão pastoral; caminha paralelamente com a sociedade sem
possibilidade de encontro efetivo e que a relação e o diálogo da Igreja com o
mundo deve estar na base da sção pastoral.)
·
Desta reflexão teológica surge assim a pastoral
de conjunto, até hoje conhecida, que inclui os seguintes passos:
-
Estudar e conhecer a situação da sociedade.
-Congregar
na Igreja os distintos meios e agentes para a sua missão, estabelecendo um
plano pastoral e um programa comum.
-
Ver a Igreja diocesana como unidade pastoral, respondendo à unidade
teológica, e como centro de conjunção e programação da ação pastoral
eclesial.
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EUA
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· Início da Guerra da Independência nos EUA
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Pio
VI
1775-1799
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· Thomas Paine publica Os Direitos do Homem (1776)
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Áustria
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· Morte de Maria Teresa de Áustria (1780)
· Sucessão de José II
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· Influência dos
josefinistas
· Decadência das
ciências teológicas
· Papa Pio VI
visita o Imperador José II com o intuito de chegar a um acordo sobre a
intervenção do mesmo na Igreja (1782)
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Alemanha
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· Kant publica “A Crítica da Razão Pura” (1781)
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Inglaterra
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·
Revolução Industrial
(1760-1900)
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França
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· Revolução Francesa (1789-1799)
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Alemanha
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· Kant publica “A Religião nos Limites da Simples Razão” (1793)
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Século XIX
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Tubinga
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· Romantismo
· Idealismo
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Pio
VII
1800-1823
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· Reformas eclesiológicas; J.A. Möhler
descobre para a Igreja a vida como conceito fundamental, sua dependência do
Espírito e sua relação com o Verbo Encarnado. Dá-se inicio à eclesiologia da
comunhão.
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Leão
XII
1823-1829
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Pio
VIII
1829-1830
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· Surge o 1.º computador
de Konrad Zuse (1833)
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Gregório
XVI
1831-1846
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Pio
IX
1846-1878
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Concílio
Vaticano I
(08-12-1869
a 08-12-1970)
Constituições dogmáticas:
- “Dei Filius”
- “Pastor Aeternus”
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Filadélfia
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· Invenção do telefone (1876) por Graham Bell
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Leão
XIII
1878-1903
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Século XX
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Pio
X
1903-1914
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Europa
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· 1.ª Guerra Mundial
· (29-07-1974 a 11-11-1978)
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Bento
XV
1914-1922
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França
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· Tratado de Paz de Paris (1919)
· Tratado de Versalhes (1919)
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Mundo
Friburgo
França
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· 2.ª Guerra Mundial (01-09-1939
a 02-09-1945)
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Pio
XII
1939-1958
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Encíclica
“Mystici Corporis Christi”
(29
de junho de 1943)
- Conceito de Igreja como
Corpo Místico de Cristo
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Califórnia
USA
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· Nasce a ARPANET (1969)
· A ARPANET passa a Internet (1990)
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João
XXIII
1958-1963
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Concílio
Vaticano II
(11-10-1962
a 08-12-1965)
- Igreja como Mistério de Fé
- Renovação da liturgia
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Paulo
VI
1963-1978
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João
Paulo I
1978-1978
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João Paulo II
1978-2005
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Século XXI
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Bento
XVI
2005-2013
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Francisco
2013-…
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quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Tabela Cronológica da Teologia Prática
Reforma da Concepção Pastoral (séc XIX)
1. Orientação bíblio-teológica
(J. S. Drey e J. M. Sailer):
- De teologia
pastoral passa a teologia do romanticismo (Tubinga);
- A sagrada escritura
é a base da TP;
- A missão do pastor
é situada numa conceção eclesiológica ao serviço da revelação;
- A teologia pastoral
e a ação da igreja situa-se dentro das coordenadas cristológicas,
eclesiológicas e salvífica;
- Toda a missão de
Cristo continua somente nEle e por Ele: alter
Christus.
2. Orientação eclesiológica (A. Graf)
- A Igreja é um organismo vivente que "se edifica a si mesma";
- Teologia prática é a parte da teologia que se ocupa com a conservação, desenvolvimento e realização da Igreja no futuro, da sua auto-edificação.
- A Igreja é um organismo vivente que "se edifica a si mesma";
- Teologia prática é a parte da teologia que se ocupa com a conservação, desenvolvimento e realização da Igreja no futuro, da sua auto-edificação.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Uma viagem pela história da Teologia Prática
"Teologia Practica - Teoria y Praxis de la Accion Pastoral" - Casiano Floristan
| In: estudandoescatologia.blogspot.com |
Falar de Teologia Prática obriga-nos a olhar para Jesus, para a sua mensagem salvífica e consequentemente para toda a pastoral que daí se desenvolveu. E é assim que Casiano Floristan nos mostra a história da Teologia Prática.
Primeiramente, começa por apresentar uma hermenêutica da práxis de Jesus, mostrando que o verdadeiro Jesus não é nem um sacerdote do Templo, nem um escriba da lei, mas sim um profeta do Reino que anuncia e nos dá a Salvação. Vê-se já em Jesus, na sua mensagem e na sua relação filial com Deus uma dinâmica pastoral diferente. Por Cristo, com Cristo e em Cristo estamos em comunhão com Deus.
A práxis de Jesus é apresentada em três níveis: económico (caridade), político (esperança) e ético-social (fé). Através das suas ações, do perdão, dos milagres, da comunidade de mesa e da sua relação com Deus, com o Reino de Deus e com os seus discípulos vê-se inerente estes três níveis da práxis de Jesus, imagem da pastoral pretendida e anunciada por Ele mesmo.
De seguida o autor apresenta-nos a ação pastoral da Igreja Primitiva contextualizando o momento histórico da época que era caracterizado pelo mundo helenístico-romano, o mundo judio-palestiniano e a diáspora judia. Mostra sobretudo como é que o povo cristão da Igreja Primitiva foi vivenciando a fé que Cristo havia anunciado. Que passou pelo serviço da Palavra (desde o kerigma cristão à predicação da mensagem), pelo serviço sacramental (culto, ceia do Senhor, batismo, perdão dos pecados e a unção dos enfermos), pelo serviço da comunhão (desde a primeira comunidade Cristã até à unidade e variedade das comunidades primitivas, tais como, a de Jerusálem, Antioquia, Corinto, Macedónia, Roma e Gálatas) e pelo serviço da transformação (provindo da inculturação da fé, das consecutivas perseguições existentes e da realidade política da Igreja Primitiva).
Para assim compreendermos melhor a ação pastoral na história da Igreja, Casiano Floristan apresenta-nos também de uma forma esquemática a evolução que houve na conceção da Igreja, nas ações pastorais e nos agentes do ministério desde a primeira época (séc. II-III) até ao Concílio do Vaticano II. Desde as reformas que existiram do clero e do ministério episcopal ao lugar que a paróquia passou a ocupar na ação pastoral. A própria conceção de Igreja sofreu alterações passando de mediadora de salvação, a categorias mais sociológicas e teológicas, chegando-se a um conceito mais sensível à pastoral, uma vez que preveligia o contacto com a Palavra e adaptação do pensamento às exigências do mundo.Esta evolução deveu-se à necessidade de uma constante adaptação e resposta às situações problemáticas que surgiram ao longo destes anos.
Desde 1215 que se fala da importância do trabalho pastoral na educação do Clero, no entanto, a Teologia Pastoral surgiu apenas como disciplina do plano de estudos eclesiásticos no dia 03/10/1774, com o decreto da imperatriz austríaca Maria Teresa de Áustria. Numa primeira etapa foi concebida mais como uma arte do que como ciência, regida ao abrigo de um regime católico absolutista. Só com Schleiermacher (protestante) é que passou a ser vista como ciência. Vemos assim que as reflexões da teologia prática protestante, bem como a renovação contemporânea, marcada pelas guerra mundiais e pelo Concílio, foram importantes para se definir qual o objeto e as dimensões de estudo desta disciplina. Se mais baseado numa conceção eclesiológica ou pastoral clerical ou em ambas.
Sánchez Aliseda considera que a finalidade da ação pastoral é a salvação e a santificação das almas. É assim o estudo da acção sacerdotal, seguindo o exemplo de Cristo sacerdote, profeta e rei, para uma melhor eficácia na salvação das almas.
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