LANZA,Convertire Giona: Projettare la Pastorale, Capitolo 3
Segundo Donegani a Teologia Prática procura “elaborar um pensamento crítico
a partir da experiência de fé”1. É aquela que faz a ligação entre o
pensamento e a ação. Deve, por isso, situar-se entre a teoria e a prática, refletindo
a ação e apoiando a criação de conceitos teóricos , baseados na análise da
realidade numa perspetiva teológica, para assim criar um plano de ação,
projetos e programas.
Esta Teologia distingue-se das outras por se realizar em três estratos: pastoral fundamental, pastoral especial e pastoral aplicada. Há assim uma reflexão sobre a ação, a análise de uma situação concreta (metodologicamente dividida em três partes: análise fenomenológica, projeção de uma situação nova da ação eclesial e descrição de uns imperativos de ação) e a passagem do pensamento à ação. Estes três estratos não são estanques e pressupõem a existência de responsabilidade, liberdade, originalidade e criatividade.
Na sua especificidade podemos
constatar que a Teologia Pastoral possui:
Âmbito – estudos teológicos;
Referência próxima – conceção
eclesiológica;
Referência última – a fé da Igreja;
Objeto material – a vida da comunidade cristã;
Objeto formal – a ação eclesial concreta sob um horizonte hermenêutico da
fé;
Método – analisar a situação
concreta eclesial para projeção de uma nova situação;
Ajuda – ciências auxiliares
que ajudam a conhecer a realidade;
Finalidade próxima – iluminar
a pratica eclesial concreta e dar as pautas para a sua identificação;
Finalidade última – servir à
missão eclesial.
A Igreja, enquanto sacramento universal da salvação, tem como função o anúncio do Reino através da liturgia, da comunhão, da caridade e do próprio anúncio. Os principais âmbitos da sua ação pastoral ,ao serviço do Reino de Deus, são a presença no mundo, a ação missionária, a ação catecumenal e a ação pastoral. Fundamenta-se na Lei da Encarnação respeitando e analisando a suas dimenções: kairológica, criteriológica e operativa. O perdão, a conversão, o diálogo e a escuta são as competências que se devem ter em conta no discernimento eclesial das realidades concretas do quadro comunitário.
Perante a ambiguidade do termo Pastoral, que nos remete para diferentes perspetivas, podendo tornar de certo modo simplista o verdadeiro objetivo e sentido desta área teológica, Rahner usa o termo Eclesiologia Existencial. Define-o como uma reflexão teológica da ação da Igreja na sua ação dinâmica movida pelo sopro vital do Espírito de Cristo. À luz do Concílio Vaticano II, pretende-se que esta promova o constante diálogo com a cultura, as ciências e as outras religiões, sobre o dinamismo do Corpo Místico de Cristo, centrando-se na Palavra de Deus e na oração da vida humana e da missão.
Perante a ambiguidade do termo Pastoral, que nos remete para diferentes perspetivas, podendo tornar de certo modo simplista o verdadeiro objetivo e sentido desta área teológica, Rahner usa o termo Eclesiologia Existencial. Define-o como uma reflexão teológica da ação da Igreja na sua ação dinâmica movida pelo sopro vital do Espírito de Cristo. À luz do Concílio Vaticano II, pretende-se que esta promova o constante diálogo com a cultura, as ciências e as outras religiões, sobre o dinamismo do Corpo Místico de Cristo, centrando-se na Palavra de Deus e na oração da vida humana e da missão.
1J.-M.DONEGANI, «Les récits de vie», in G.
ROUTHIER, M. VIAU (dir.), Précis de théologie pratique, 105.
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Muito arrumadinho e jeitosinho!
ResponderEliminarQuanto não vale a matemática...
Paulo acho que te enganaste, a menina da matemática sou eu!!!
EliminarBom resumo! Interessante a abordagem que realizaste à especifidade da TP.
ResponderEliminarOlá catarina, colocaste informação muito pertinente sobre os objetivos da TP. Bom trabalho!
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